Nem tudo é tragédia: venda online de produtos de Sex Shop aumenta 55,5% e movimenta R$ 14,1 milhões

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Levantamento do Compre&Confie mostra que, ao todo, 64,4 mil compras via e-commerce foram realizadas em 2019. Maior parte dos pedidos foi feita por consumidores do sexo masculino

Cada vez mais familiarizados com o e-commerce, os brasileiros têm feito compras online até para potencializar os momentos de prazer. De acordo com levantamento do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, os produtos de Sex Shop geraram faturamento de R$14,1 milhões em 2019, cifra 55,5% maior que 2018. Durante o ano, foram realizadas 64,4 mil compras voltadas a essa categoria.

E se engana quem pensa que as mulheres são as principais consumidoras desse tipo de produto pela internet. Ainda segundo os dados do Compre&Confie, os homens foram responsáveis por 65% das compras feitas durante o ano passado, enquanto o público feminino realizou 35% das compras.

“Apesar de o público feminino ter participação menor do que o masculino nas compras desses itens, vale destacar que as mulheres registraram crescimento expressivo no volume de compras nos últimos anos. Em 2017, elas somavam apenas 26% dos pedidos realizados e, hoje, já estão em 35%. A tendência é que ocupem cada vez mais espaço, a exemplo do que já acontece com a maior parte das categorias no e-commerce”, explica André Dias, diretor executivo do Compre&Confie.

Jovens e consumidores no Sudeste compram mais

Ao analisar o levantamento por faixa etária, é possível perceber que a maior parte das compras é feita por consumidores que têm entre 26 e 35 anos (34,3%). Em segundo lugar, estão os que têm até 25 anos (31,9%) e, em terceiro, aqueles com 36 a 50 anos (25,8%). Por último, os compradores com mais de 51 anos (8%).

Na divisão por regiões, o Sudeste lidera o volume de compras, com 66,9% dos pedidos. Logo depois, estão as regiões Sul e Nordeste, que aparecem com 13,1% e 10,1%, respectivamente. Por fim, Centro-Oeste é responsável por 7,3% das compras e o Norte fica em último, com 2,5%.

“O comportamento tanto de faixa etária quanto de regiões está alinhado às demais categorias do e-commerce. Consumidores mais jovens têm priorizado cada vez mais as compras pela internet como uma forma eficaz e rápida de consumir e o Sudeste mantém o protagonismo das compras, reflexo da ampla oferta de e-commerce na região”, finaliza Dias.

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