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Microbiologista Natalia Pasternak avalia como o Brasil pode vencer a guerra contra a Covid


Presidente do Instituto Questão de Ciência e integrante do Committee for Skeptical Inquiry (EUA) é a convidada do 'CNN Nosso Mundo'

Hoje, dia 26 de março, às 22h30, o programa de entrevistas da CNN apresentado por Luciana Barreto e participações de Thais Herédia, Débora Freitas e Rita Wu recebe a microbiologista Natalia Pasternak para um debate sobre o melhor caminho para o Brasil superar a crise no sistema de saúde.

Formada em Ciências Biológicas pelo Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP), PhD com pós-doutorado em Microbiologia, na área de Genética Molecular de Bactérias pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) e diretora-presidente do Instituto Questão de Ciência, o primeiro Instituto brasileiro para promoção de pensamento crítico e racional, e políticas públicas baseadas em evidências científicas, Natalia Pasternak detalha como o Brasil chegou ao pior momento da pandemia e avalia como o país pode sair dele.

Na entrevista, a primeira brasileira a integrar o Committee for Skeptical Inquiry (EUA) - em português, Comitê para Investigação Cética - e agraciada com o prêmio internacional de promoção do ceticismo “The Ockham Award” (Navalha de Ockham) analisa também o processo de vacinação no Brasil.

Natalia, que ainda atua como pesquisadora visitante do ICB-USP, no Laboratório de Desenvolvimento de Vacinas (LDV) e como professora convidada na Fundação Getulio Vargas, na escola de Administração Pública, também comenta sobre a situação do Brasil em comparação a outros países, principalmente aqueles que estão obtendo sucesso com a vacinação, como Estados Unidos e Israel.

O programa 'CNN Nosso Mundo' desta sexta-feira, 26 de março, também aborda o colapso funerário e do sistema de saúde, a questão do vírus afetar pacientes mais jovens, e de forma mais grave, o drama do capital humano, com profissionais de saúde exaustos, a falta de insumos e de mão de obra qualificada para atender todo mundo, e debate a imagem negativa do Brasil no resto do mundo.

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