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Divino Fogão aumenta raio de atuação da marca via dark kitchen

Simone Lino, proprietária da Bendita Panela e primeira licenciada de dark kitchen do Divino Fogão. Foto - Divulgação

Com o projeto de licenciamento é possível atender clientes em regiões onde a marca não tem lojas físicas operando

Reconhecida nacionalmente, a rede de franquia Divino Fogão está presente nos principais shopping centers brasileiros e em alguns aeroportos, totalizando 171 unidades. Em 2020, durante a pandemia, o fundador e presidente da rede, Reinaldo Varela, vislumbrou a oportunidade de aumentar o raio de atuação da marca por meio de um projeto inovador.

Em parceria com a Guersola Consultoria, foi desenvolvido o projeto de dark kitchen, voltado às empresas que tem experiência no mercado alimentício e desejam se tornar um licenciado da marca. Dessa forma, é possível levar o melhor da comida da fazenda às regiões onde não há restaurantes do Divino Fogão operando.

Atualmente, são cinco dark kitchens em funcionamento localizadas em Guarulhos, na Grande São Paulo, Sertãozinho e Jacareí, no interior paulista, Corumbá, no Mato Grosso do Sul e São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Este é o caso de Simone Lino, proprietária da Bendita Panela e primeira licenciada de dark kitchen do Divino Fogão. “Com o fechamento do comércio no início da pandemia comecei a vender marmitex na zona leste de São Paulo. Aqui é um local que temos diversos shoppings, mas nenhum com alcance para entrega, então com a dark kitchen pude aliar as vendas do meu negócio com os pratos do Divino Fogão. Estou muito otimista com o projeto que, além de permitir aos moradores das proximidades outras opções de cardápio pelo delivery, ajuda a manter a produtividade da cozinha durante o horário de pouca demanda”, revela. Segundo ela, foi uma escolha certeira se tornar uma licenciada das primeiras cozinhas invisíveis da rede, que está no mercado há mais de 35 anos.

A Guersola Consultoria, parceira no projeto, é a responsável pelos treinamentos que envolvem ficha técnica, análise de custos e gestão do negócio, a fim de preparar os novos operadores à cultura do Divino Fogão.

“Temos um ótimo suporte da rede, e tudo está sendo um grande aprendizado. Digo isso, pois a operação agregou muito ao meu negócio atual. Estamos colhendo resultados e isso gera muita satisfação. Tenho a chance de atuar com uma marca de sucesso em um negócio de rua, com o custo muito mais em conta. Faço um trabalho diferenciado para o Divino Fogão aqui na Zona Leste de São Paulo, por meio do delivery. É, com certeza, uma ótima escolha para quem deseja crescer e incrementar as vendas”, ressalta a licenciada.

Com todos os acontecimentos recentes, as mudanças de hábitos dos consumidores e a transformação digital, fica claro que o delivery, mais do que nunca, veio para ficar. “Estamos falando de uma nova plataforma de venda e um agregador de faturamento para os restaurantes da marca. Ter mais de 35 anos de experiência ajuda muito na maturação do negócio de quem se torna um licenciado. Por meio das dark kitchens, fizemos uma análise estratégica de mercado e vimos a possibilidade de ampliar a atuação no delivery e chegar às regiões onde não temos lojas físicas. Em contrapartida, a criação deste projeto com foco em empresas com experiência em alimentação permite ao empresário, que se torna um licenciado da marca, rentabilizar o seu negócio nos períodos em que a cozinha está ociosa. Ou seja, é atrativo para ambos os lados”, explica o diretor de Planejamento e Novos Negócios, Rodrigo Varela.

Com investimento inicial baixo, de R$ 8 mil, que é destinado à compra de insumos para produção, embalagem e treinamento, é possível se tornar um licenciado da rede e atuar por meio da cozinha invisível. O faturamento médio mensal é de R$ 20 mil. O intuito do Divino Fogão é chegar até o fim do ano com 50 unidades de dark kitchen em operação.

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